Segundo um estudo feito pela consultoria ManpowerGroup, 71% dos
empregadores entrevistados no país dizem ter dificuldade para preencher postos
nas mais diversas áreas. Entram nessa categoria trabalhadores com uma
habilidade específica ou autônomos especializados em um ofício, como
costureiras, passadeiras, sapateiros, eletricistas, pintores, encanadores e
pedreiros
Antigamente entre
tantas habilidades que “uma moça prendada” tinha que ter para garantir um bom
casamento, costurar fazia parte desse pacote. Com isso, muitas mulheres viram
com o passar do tempo uma oportunidade de ganhar dinheiro com o ofício. No
entanto, está cada vez mais difícil encontrar profissionais dessa área. Os
tempos mudaram e as mulheres evoluíram em muitos aspectos com o passar dos
anos. Mas há aqueles que acreditam que a profissão ainda sobrevive por muitos
anos. Uma boa costureira às vezes precisa fazer e refazer a mesma peça dezenas
de vezes até que esteja perfeita.
A costureira Divana Santos Vieira aprendeu a costurar com sua mãe. Nas mãos de Divana roupas usadas ganham cara nova. Segundo ela, muitas pessoas preferem customizar peças antigas para economizar no bolso. Geralmente quem procura uma costureira busca um trabalho personalizado. Além de roupas convencionais, a costureira também recebe encomendas para reparos em cortinas, capas de almofadas, roupas sob medida, e abadás. “Não tem um público específico. Aqui nós atendemos todos independe da classe social. Porque muitas vezes a pessoa procura na loja certo tipo de roupa que não acha, então manda fazer. Nosso trabalho é direcionado pra todos e sempre tem uma demanda boa devido à qualidade do serviço”, conta Divana.
A costureira Divana Santos Vieira aprendeu a costurar com sua mãe. Nas mãos de Divana roupas usadas ganham cara nova. Segundo ela, muitas pessoas preferem customizar peças antigas para economizar no bolso. Geralmente quem procura uma costureira busca um trabalho personalizado. Além de roupas convencionais, a costureira também recebe encomendas para reparos em cortinas, capas de almofadas, roupas sob medida, e abadás. “Não tem um público específico. Aqui nós atendemos todos independe da classe social. Porque muitas vezes a pessoa procura na loja certo tipo de roupa que não acha, então manda fazer. Nosso trabalho é direcionado pra todos e sempre tem uma demanda boa devido à qualidade do serviço”, conta Divana.
Apesar de ser uma profissão
cada vez mais escassa, a costureira encontrou nesse trabalho uma maneira de
empreender em tempos de desemprego. “Eu gosto do comércio, gosto de lidar com o
público. Trabalho para mim mesma. Mas tem que ser muito profissional, só
consegue sobreviver se você deixa o cliente satisfeito”, disse.
O vendedor Paulo
Gonçalves da Silva tem costume de mandar fazer roupas sob medida e também
quando precisar fazer pequenos consertos em algumas peças. “É mais viável e
econômico você procurar esse tipo de serviço. Além da roupa ficar personalizada
do jeito que você queria com uma ótima qualidade”, conta Paulo.




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